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2 de maio de 2019Por que São José de Anchieta deveria ser o patrono da educação brasileira?

Por que São José de Anchieta é o verdadeiro patrono da educação brasileira?

Desde que aportaram pela primeira vez em solo brasileiro as naus comandadas por Cabral até o presente momento (em que engaja toda uma nação a defesa da vida e dos princípios da lei natural), a identidade da Terra de Santa Cruz é indissociável da fé cristã, mais especificamente católica, de seu povo.

Se, espiritualmente, este tudo deve à Santa Igreja, intelectualmente, deve ainda mais sua saída do estado da mais profunda ignorância e barbárie aos esforços incansáveis dos missionários jesuítas, que, desapegados de todas as riquezas do mundo e arriscando suas próprias vidas (e muitos foram os mártires, atacados por corsários a caminho do Novo Mundo ou devorados por tribos antropófagas!), pregavam o Evangelho a povos que antes precisavam ser alfabetizados e civilizados.

Neste contexto, o padre José de Anchieta, responsável pela fundação de São Paulo e outras cidades, grande poeta da língua portuguesa, latina e tupi (que compôs o maior poema latino dedicado à Virgem Maria de todos os tempos), autor da primeira gramática da língua tupi, dramaturgo, grande pregador e santo jesuíta, brilha como síntese perfeita de todos os valores e virtudes que marcaram esses heróis da cultura e da Fé.

A imagem do velho sacerdote de batina surrada perambulando pelas praias paulistas e capixabas, com um altar às costas, em busca de um único índio que pudesse evangelizar, mais do que qualquer outra, serve como símbolo de todos os educadores brasileiros, numa nação onde, felizmente, instrução escolar e ação catequética estiveram sempre tão ligados.

Ninguém trabalhou mais pela comunicação entre as diferentes culturas que formam nosso rico povo! O humilde missionário, que contribuiu para a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro e assistiu Estácio de Sá em seus últimos momentos, pode ser considerado o verdadeiro fundador do Brasil, o primeiro homem que soube unir, sob o estandarte da Cruz, colonos e nativos.

Nos tempos que correm, nos quais nosso país procura finalmente livrar-se das amarras ideológicas e resgatar corajosamente sua identidade cristã, nada mais apropriado do que a substituição do nome vergonhoso de Paulo Freire pelo de São José de Anchieta como modelo máximo de educador no Brasil.

De Freire, restam-nos 38% de matriculados analfabetos funcionais em nível superior (segundo dados do Inaf), bem como os resultados humilhantes de nossos estudantes nos maiores testes internacionais. De Anchieta, restam-nos uma obra vastíssima, colégios, cidades… enfim, um país!

Que a infame “pedagogia do oprimido” seja definitivamente sepultada, e retorne em seu lugar a Ratio Studiorum dos jesuítas, maiores educadores que este país já viu, e cujo maior representante, o Apóstolo do Brasil, merece também ser lembrado e celebrado como Patrono da Educação Brasileira.

Há na Câmara dos Deputados alguns projetos de Lei tramitando neste sentido, qual seja, a destituição de Paulo Freire como Patrono da Educação Brasileira.

A Deputada Federal Chris Tonietto, que inclusive foi proponente da Sessão Solene em homenagem ao Dia da Educação Brasileira, realizada no dia 29 de abril, é a maior defensora da substituição do atual patrono para São José de Anchieta, para que assim, este grande Santo Jesuíta seja elevado ao posto do qual nunca deveria ter saído: o de Pai da Educação no Brasil.

Guardando todos os seus méritos e contribuições para o verdadeiro sentido da educação, cujo objeto é a contemplação da Verdade e a aquisição da Sabedoria, a exemplo da Sabedoria Eterna encarnada para a salvação dos homens.

Viva São José de Anchieta!

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