Nossos Baluartes

Baluartes de uma comunidade católica são presentes do amor de Deus para a vocação específica de cada nova comunidade. São espelho, apoio, coluna, reflexo daquilo que ela é chamada a ser, ou seja, são homens ou mulheres santas que trazem consigo parte abundante do carisma, da característica essencial que a comunidade presenteada é chamada a ser e a ter. São sinais que apontam a vida e a missão da comunidade, levando à sua própria identidade, e são também verdadeiros mestres espirituais que nos conduzem a uma intimidade com o Senhor  para podermos desfrutar de toda a mística que eles desenvolveram em seu relacionamento com Deus.

Estão listadas abaixo algumas frases proferidas pelos baluartes da Comunidade Maria Mater. Também disponibilizamos links  de vídeos para que você conheça um pouco mais sobre cada um.

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São João da Cruz

João da Cruz nasceu na Espanha, em 1542, de família pobre, ficando órfão ainda criança. Revelou-se um jovem criativo e inteligente. Por sua capacidade, foi admitido no Colégio dos Jesuítas para completar sua formação. Aos 21 anos, ingressou na Ordem dos Frades Carmelitas. Depois de ordenado sacerdote, encontrou-se com Madre Teresa de Ávila que o introduziu no projeto de reforma dos Frades Carmelitas. Este plano e o ideal de perfeição causaram-lhe grande e intenso sofrimento. Expulso da Ordem e condenado a 8 meses de prisão. Durante este período escreveu os mais belos poemas místicos de sua vida, descobriu a riqueza do mistério da cruz e o caminho da mais alta perfeição. Morreu em 1591, canonizado em 1726 pelo Papa Bento XIII e declarado doutor da Igreja em 1926, pelo Papa Pio XI.

“Deus só coloca sua graça e predileção numa alma, na medida da vontade e do amor da mesma alma”.

“Quando a alma deseja a Deus com toda a sinceridade já possui o seu amado”.

“Renuncie os seus desejos e encontrará o que o seu coração deseja”.

“É humilde quem se esconde no seu nada e sabe abandonar-se em Deus”.

“Sem o amor nada são todas as obras reunidas”.

“Nada peça a não ser a cruz, e precisamente sem consolação, pois isso é perfeito”.

“Quem se queixa ou murmura não é cristão perfeito, nem mesmo um bom cristão”.

“Os incomensuráveis bens de Deus só podem ser acolhidos por um coração vazio”.

“Nunca tomes o homem por exemplo no que tiveres que fazer, o santo que seja, porque o demônio porá diante de ti as suas imperfeições; imita, porém, a Cristo que é sumamente perfeito e sumamente Santo e nunca errarás”.

“É em teu próprio ser que podes desejá-lo e adorá-lo, não o procures fora de ti porque te distrairás e cansarás. Não o encontrarás nem gozarás Dele com maior segurança, nem mais depressa, nem mais de perto, do que dentro de ti mesmo”.

“Para buscar a Deus, requer-se um coração despojado e forte, livre de tudo o que não é puramente Deus”.

“A alma que verdadeiramente ama a Deus, não deixa de fazer o que pode para achar o filho de Deus, seu Amado. Mesmo depois de haver empregado todos os esforços, não se contenta e julga não ter feito nada”.

“O demônio teme a alma unida a Deus como ao próprio Deus”.

“Dar tudo pelo tudo”.

“A alma não receberá a fartura incriada de Deus, enquanto não tiver perdido aquela fome material de seus apetites pois a fome e a fartura não podem coexistir numa única pessoa”.

“Para chegares a possuir tudo, não queiras possuir coisa alguma”.

“Então, se conhecerá quem ama verdadeiramente a Deus: aquele que não se contenta com coisa alguma fora dele”.

“Uma coisa é necessária: saber realmente renunciar-se interior e exteriormente, abraçando o sofrimento e o mais completo aniqüilamento, por amor a Cristo”.

“Quem souber morrer a tudo, terá vida em tudo”.

“Se quiseres chegar a possuir Cristo, jamais o busques sem a cruz”.

“O amor não consiste em sentir grandes coisas, mas em despojar-se e sofrer pelo amado”.

“O amor não cansa nem se cansa”.

“Para se progredir, o que mais se necessita é saber calar diante de Deus… a linguagem que ele melhor ouve é a do silêncio do amor”.

“Sofrer por Deus é melhor do que fazer milagres”.

“O progresso da pessoa é maior quando ela caminha às escuras e sem saber”.

“Deus quer mais de ti um mínimo de obediência e docilidade, do que todas as ações realizadas por Ele”.

“Quando tiveres algum aborrecimento e desgosto lembra-te de Cristo crucificado e cala-te”.

“Ainda que estejas no sofrimento, não queiras fazer a tua vontade, pois terás assim o dobro de sofrimentos”.

“Visões, revelações, sentimentos celestes e tudo quanto se pode imaginar de mais elevado, não valem tanto como o menor ato de humildade”.

CONHEÇA MAIS SOBRE SÃO JOÃO DA CRUZ EM:

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Santa Teresinha

Santa Tereza do Menino Jesus nasceu no dia 2 de janeiro de 1873 em Alençom, baixa Normandia, na França. Desde o nascimento foi fraca e doente. Seu nome de batismo era Marie Françoise Thérèse Martin (Maria Francisca Tereza Martin). Filha de Louis Martim, relojoeiro e joalheiro, que quis ser monge na ordem de São Bernardo de Claraval, e Zélie Guérin, famosa bordadeira do ponto de Alençon.

Sua mãe faleceu quando Terezinha tinha apenas quatro anos. Por isso, a menina se apegou à sua irmã mais velha, Paulina, que passou a ser tida por ela como segunda mãe. Paulina, porém, seguindo a própria vocação, entrou para o Carmelo. Terezinha ficou muito doente causando grande preocupação em seu pai e irmãs. Um dia, porém, olhando para a imagem da Imaculada Conceição de Maria, de quem seus pais eram devotos, a Virgem sorriu para Terezinha e esta ficou curada. Desse dia em diante, Terezinha decidiu entrar para o Carmelo. Suas irmãs, que também se tornaram freiras, eram Maria, Paulina, Leônia e Celina. Seus 3 irmãos morreram muito cedo. Terezinha estudou no colégio da Abadia das monjas beneditinas de Lisieux por 5 anos.

A vida

Santa Terezinha estava decidida a entrar para a ordem das carmelitas descalças, mas como tinha apenas 14 anos, não poderia, por causa das regras da Igreja. Mas ela não desistiu. Numa viagem feita à Itália, teve a audácia de pedir autorização ao Papa Leão Xlll e este concedeu. Assim, em abril de 1888 ela entra para o Carmelo com o nome de Thérèse de I’Enfant Jesus (Tereza do Menino Jesus). Fez sua profissão religiosa em setembro de 1890, festa da Natividade da Virgem Maria, acrescentando em seu nome, Thérèse de I’Enfant Jesus Et de La Sainte Face, (Tereza do Menino Jesus e Sagrada Face).

Santa Terezinha levou a sério o caminho da perfeição escrito por sua fundadora Santa Tereza de Jesus (Santa Tereza D’Ávila). Porém, Terezinha revelou ao mundo que a perfeição e a santidade podem estar nas pequenas coisas, nos pequenos gestos e obrigações cotidianas que fazemos com amor. Ela dizia: Sigamos o caminho da simplicidade. Entreguemo-nos com todo o nosso ser ao amor. Em tudo busquemos fazer a vontade de Deus. O zelo pela salvação das pessoas devore nosso coração.

O Legado

Santa Terezinha escreveu três manuscritos a pedido de sua irmã Paulina. Esses manuscritos são sua autobiografia e foram publicados em 1898 com o título de História de uma Alma, livro que, posteriormente, veio a se tornar um dos maiores best sellers da história.

Em seus escritos, Terezinha ensina a teologia profunda da simplicidade: a pequena via. Um caminho de santidade baseado nas pequenas coisas, nos pequenos atos do cotidiano que, quando feitos com amor, produzem frutos de santidade. Ela dizia que não tinha forças para fazer as grandes obras heróicas dos santos famosos da Igreja, mas só conseguia fazer pequenas coisas. Mas nessas pequenas coisas estava o segredo de sua santidade. Pegar um alfinete caído no chão, com amor, produz fruto de santidade.

Santa Terezinha ficava feliz quando jogava pétalas de rosas ao ver passar o Santíssimo Sacramento no ostensório, e também gostava de jogar flores no grande crucifixo que ficava no jardim do Carmelo. Disse antes de morrer: Vou fazer chover sobre o mundo uma chuva de rosas, dizendo assim que iria interceder a Deus, sempre por todos os povos. Por isso, na Novena de Santa Terezinha o fiel espera receber uma rosa como sinal de que seu pedido será atendido.

 

Devoção a Santa Tereza do Menino Jesus

Antes de ser canonizada Santa Tereza do Menino Jesus foi beatificada em abril de 1923. Sua canonização foi feita pelo Papa Pio Xl, em 1925 no dia 17 de maio. No ano de 1927 foi declarada Patrona Universal das Missões Católicas. Foi nomeada Padroeira Secundária da França, junto com Santa Joana D’arc. Em 1997 no centenário de sua morte, o Papa João Paulo ll, na Carta Apostólica, Divinis Amoris Scientia, a declara Doutora da Igreja por causa da sua mensagem da Infância Espiritual e da Contemplação da Face de Cristo. Seus pais, Luis Martin e Zélia Guerin, foram beatificados pela Igreja, no ano de 2008, no dia Mundial das Missões, na basílica de Lisieux, dedicad

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“Eu daria mil vidas para salvar uma alma”.

“Vi as belezas da terra e minha alma sonhou com o céu”.

“É tão doce sentir-se fraca e pequena”.

“Meu pequeno meio, é estar sempre alegre, sorrir sempre, tanto na queda como na vitória”.

“A virtude é submeter-se humildemente a todos”.

“Não há nada mais doce que pensar bem do nosso próximo”.

“Entregai-vos demasiado ao que fazeis, como se cada coisa fosse vosso fim último e esperais sem cessar ter chegado a ele. Admirai-vos de ter caído; é preciso sempre contar com alguma queda”.

“Para caminhar na pequena via, é preciso ser humilde, pobre de espírito e simples”.

“Não se deve trabalhar para tornar-se Santa, mas para dar prazer ao Senhor”.

“Sabeis que sou pobre, mas o Senhor me dá tudo que necessito, à medida que preciso”.

“É só o amor e a obediência que são levadas em conta”.

“O menor ato, o mais oculto feito por amor, tem, muitas vezes, mais valor que as grandes obras”.

“Estou sempre contente com o que Deus me pede. Não me preocupo com o que Ele pede às outras. Não penso merecer mais porque Ele me pede mais. O que me agrada, o que eu escolheria é o que justamente Nosso Senhor quer de mim”.

“O meio de chegar ao puro amor é esquecer-vos a vós mesma e não vos procurardes em nada”.

“No céu somente, teremos o direito de possuir”.

“Quero passar meu céu fazendo o bem sobre a terra”.

“A maior vitória é vencer-se a si mesma”.

“Ser bom com os que nos fazem bem é prudência humana, nada para Deus”.

“O coração que ama trabalha com amor, isto é, com fervor, ele corre, voa, não acha nada impossível e nada o detém”.

“Não há que temer no oferecimento ao amor misericordioso pois desse amor só se pode esperar misericórdia”.

SAIBA MAIS SOBRE A VIDA DE SANTA TERESINHA EM:

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Charles de Foucauld

Nasceu em Estrasburgo (França), no dia 15 de Setembro de 1858. Ao ficar órfão com 6 anos cresceu, com a irmã Marie, sob os cuidados do avô. A formação cristã recebida na infância permitiu-lhe fazer uma sentida Primeira Comunhão em 1870.

Na adolescência distanciou-se da fé. Conhecido como amante do prazer e da vida fácil, revelou, não obstante tudo, uma vontade forte e constante nos momentos difíceis. Empreendeu uma viagem de exploração em Marrocos (1883-1884). O testemunho da fé dos muçulmanos despertou nele um interrogativo: Mas Deus, existe? “Meu Deus, se existis, fazei que vos conheça”.

Ao regressar à França, surpreendido pelo discreto e carinhoso acolhimento da sua família, profundamente cristã, inicia a estudar e pede a um sacerdote para o instruir. Guiado pelo Pe. Huvelin, encontrou Deus no mês de Outubro de 1886. Tinha 28 anos. “Quando acreditei que existia um Deus, compreendi que não podia fazer outra coisa senão viver somente para Ele”.

Uma peregrinação na Terra Santa revelou-lhe a sua vocação: seguir e imitar Jesus na vida de Nazaré. Viveu 7 anos na Cartuxa, primeiro em Nossa Senhora das Neves, depois em Akbés na Síria. Em seguida, viveu sozinho, na oração, na adoração, numa grande pobreza, junto das Clarissas de Nazaré. Foi ordenado sacerdote com 43 anos (1901), na Diocese de Viviers. Depois, transferiu-se para o deserto argelino do Sahara, inicialmente em Beni Abbès, pobre entre os mais pobres, depois mais ao Sul em Tamanrasset com os Tuaregs do Hoggar. Viveu uma vida de oração, meditando continuamente as Sagradas Escrituras, e de adoração, no desejo incessante de ser, para cada pessoa o “irmão universal”, imagem viva do Amor de Jesus. “Gostaria de ser bom para que se pudesse dizer: Se assim é o servo como será o Mestre?”. Quis “gritar o Evangelho com a sua vida”. Na noite de 1 de Dezembro de 1916 foi assassinado por um bando de ladrões de passagem.

O seu sonho foi sempre compartilhar a sua vocação com os outros: após ter escrito diversas regras de vida religiosa, pensou que esta “Vida de Nazaré” pode ser vivida por todos e em toda parte. Hoje a “família espiritual de Carlos de Foucauld” inclui diversas associações de fiéis, comunidades religiosas e institutos seculares de leigos ou sacerdotes dispersos no mundo inteiro.

“Receber o próximo é receber um membro de Jesus, uma porção do corpo de Jesus, uma parte de Jesus. Tudo o que dizemos ou fazemos ao próximo é Jesus quem ouve, quem recebe, é a Ele que dizemos ou fazemos”.

“É pela fé que o coração é transportado, arrebatado para conversar no céu”.

“O Espírito Santo já não escreve evangelhos senão nos corações: Todas as ações, todas as vivências dos santos são o evangelho do Espírito Santo”.

“Desde que acreditei que Deus existe, compreendi que só poderia viver para Ele”.

“Onde se pode fazer maior bem aos outros, lá é onde se está melhor”.

“Deves ir não aonde a terra é mais santa, mas aonde as almas são mais necessitadas”.

“Toda a nossa pessoa deve transparecer Jesus, todos os nossos atos, toda a nossa vida deve gritar que somos de Jesus, deve apresentar a imagem da vida evangélica”.

“É o preceito que Jesus nos dá, é também o exemplo que nos dá, deixando-se despojar em tudo, de tudo, morrendo nu na cruz, sem oferecer resistência e orando pelos que o despojaram e mataram”.

“Tudo é nada comparado com o bem-amado”.

“É no deserto que nos esvaziamos e nos desprendemos de tudo o que não seja Deus”.

“Falemos a Deus como a um pai, com a confiança, a simplicidade, o terno abandono de um filho que se sabe amado”.

“Sua vontade é o nosso tudo, se é mortificante tanto melhor”.

“Como devemos estimar qualquer ser humano! Como devemos amá-lo!… Porque é o preço do sangue de Nosso Senhor, coberto por seu sangue como por um manto, amado por Deus e por Jesus até consumar por Ele o sacrifício do calvário”.

“Em todo ser humano vejam Jesus”.

“Se queremos ser amantes de Jesus, abracemos sua cruz, se queremos trabalhar pela salvação das almas com Jesus, que nossa vida seja uma vida crucificada”.

“Meu apostolado deve ser o apostolado da bondade. Quem me vê deve pensar: já que este homem é tão bom, sua religião deve ser boa. Se me perguntarem por que sou dócil e bom, devo dizer: Porque sou servidor de alguém muito melhor do que eu. Se vocês soubessem quão bom é meu Mestre Jesus!”

 

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EVANGELHO DO DIA 11.12.17
(Lc 5,17-26)📖

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Um dia Jesus estava ensinando. À sua volta estavam sentados fariseus e doutores da Lei, vindos de todas as aldeias da Galileia, da Judeia e de Jerusalém. E a virtude do Senhor o levava a curar.18Uns homens traziam um paralítico num leito e procuravam fazê-lo entrar para apresentá-lo. 19Mas, não achando por onde introduzi-lo, devido à multidão, subiram ao telhado e por entre as telhas o desceram com o leito no meio da assembleia diante de Jesus. 20Vendo-lhes a fé, ele disse: “Homem, teus pecados estão perdoados”.21Os escribas e fariseus começaram a murmurar, dizendo: “Quem é este que assim blasfema? Quem pode perdoar os pecados senão Deus?” 22Conhecendo-lhes os pensamentos, Jesus respondeu, dizendo: “Por que murmurais em vossos corações? 23O que é mais fácil dizer: ‘teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘levanta-te e anda’? 24Pois, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder de perdoar os pecados — disse ao paralítico — eu te digo: levanta-te, pega o leito e vai para casa”. 25Imediatamente, diante deles, ele se levantou, tomou o leito e foi para casa, louvando a Deus. 26Todos ficaram fora de si, glorificavam a Deus e cheios de temor diziam: “Hoje vimos coisas maravilhosas!”

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

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